Vejo-me como uma cidadã do mundo e uma ecologista de coração. Descrevem-me como uma pessoa muito alegre, atenta e cerebral.
Sou doutorada em Filosofia pela Universidade do Porto e, há muitos anos, dedico-me à educação e à investigação científica. Já acompanhei alunos de todas as idades — do 1º Ciclo do Ensino Básico ao Ensino Superior — sempre com o mesmo propósito: inspirar descobertas e ajudar cada um a acreditar no seu próprio potencial.
Atualmente, sou investigadora do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto e dedico-me também à tutoria e à mentoria de crianças, adolescentes e jovens estudantes.
Ao longo do meu percurso, recebi distinções e tive experiências que moldaram a forma como escuto, oriento e inspiro outras pessoas:
Prémio Eng. António de Almeida (média mais elevada na Licenciatura em Filosofia)
Bolsa de Doutoramento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT): para desenvolver trabalhos em centros de investigação/ Universidades no estrangeiro
Bolsa de Pós-Doutoramento da FCT: atividade científica desenvolvida a partir do Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa
Pós-Doutoramento financiado pela FCT: atividade científica desenvolvida a partir do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto
Membro convidado da European Science Foundation (2021)
Professora e formadora no Ensino Superior (Universidade Católica, Universidade do Porto, Universidade de Lisboa)
Professora no Ensino Secundário (disciplinas: Filosofia e Psicologia)
Diploma Europeu de Estudos Medievais (FIDEM, Roma)
Certificação Internacional em Coaching – Pessoal e Profissional
Um dia, sentada no meu gabinete na Faculdade, deparei-me com um documento da ONU que me emocionou profundamente.
Percebi que não podia mais adiar o sonho de criar um caminho próprio — um trabalho que juntasse a paixão pela Educação, Natureza e o desenvolvimento humano.
Hoje, o meu trabalho é acompanhar seres humanos em formação — desde a primeira infância até à vida adulta jovem — ajudando-os a:
pensar com clareza onde houve confusão ou pressão externa,
ganhar confiança onde houve medo ou silêncio,
descobrir alegria onde houve tristeza ou retraimento,
aprender a relacionar-se onde houve isolamento.
A inspirar pela Filosofia — e pela Alegria.